Saiu da casa dos pais e levou consigo somente uma caneca. Meio vazia, talvez cheia, olhou pra dentro, escreveu seu nome por fora, e se certificou de que havia guardado ali seu futuro. Colheu o mar com as mãos e usou o sal descansado nos entrededos pra fazer uma massa de grude. Pronto, só faltava a primeira letrinha e teria todo um oceamo.
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lindo!
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