Iansã, orixá vermelho das paixões, ontem usou a mão esquerda do chicote pra enlaçar mais um novilho. Dominado, arrastou-o pra perto de um banquinho, subiu pelas orelhas sua cabeça e rasgou-lhe com a espada, a garganta. Retirou seu coração para mastigar ali, mesmo, enquanto o sangue escorria entre os calos da mão para tingir seu vestido de um rubro mais forte.
No restaurante mexicano, comprou-se uma promoção três e um coração novo para a amiga.
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