Ela trouxe mais uma vez a corda até as bochechas. Respirou lenta as cores pra dentro e estirou-se a pele e cantos do rosto pra trás como quem dá boas-vindas a um novo ciclo. A todo tempo, suas pupilas fixas no alvo. De menina, ela aprendera que para lançar-se ao amor, é preciso puxá-lo de si mesma primeiro. Ela buscou seu arco e vestiu-lhe a seta com sua alma. Segurou firme a corda, trouxe-a para perto do rosto e assim ficou. Naqueles dias, ela se amou.
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