Ela tem mãos que deixam o couro da cabeça em formato de rodinha. saem negras, ousadas, em direção a qualquer coisa que a faça sentir. me disse um dia que gostava muito de música, que as melodias passavam-lhe dos ouvidos a cóclea a cabeça e saíam depois pelas raizes dos fios, ondulando de preto os cabelos. seu sorriso completava depois com cores o auto-retrato.
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Leio e releio. Meu conto, meu amor!
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