sábado, 20 de fevereiro de 2010

propriedade própria.

Cobriu-se com o meu laranja e dormiu, deixando parte da coxa sem colcha para que vissem a tatuagem de luz. Éramos nós, as duas bolas brilhantes. Um resto de sol que fez presença doutro lado da porta (em verdade, uma janela laminada). Coloquei a mão sobre a perna quente, escondendo uma das esferas e disse "minha".

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