As manchas já não se desprendiam dela, da pele, e busquei a saída talvez mais comum: escalpelar-me. Levar embora aquele velho manto que me cobrira desde o nascimento. E assim o fiz. Rasguei-me primeiro o rosto por deveras acostumado ao sorriso e faria dele meu troféu. Estenderia-o ao alto, gritando, enquanto o resto de casca velha abriria-se ao chão como um tapete por onde depois andaria. Desfilaria. Tocaria-se cornetas para meu traje cachoeira-viva, deixando em sangue sua marca na passarela.
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isso é mais que sair do casulo pelo visto! adorando esse blog, sra. andarilha!
ResponderExcluirpisca, já linkei vc no blog e dei uma atualizada por lá. bjs
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