Naquela noite a fantasia fizera-se fora do faz-de-conta. Tonara-se fato pisado. E porque alguém pisou nele é que o chão cedeu. Mas só palpitou mais abaixo e não desabou. Pena.
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Gosto quando tudo desaba, pois sinto-me sobre chuva fresca. O chão inteiramente molhado com pingos de luz refletida, caintes de algum teto no fim das alturas. É como brilhar-se ali, em cima, e meu piso é também céu dos tristonhos cabisbaixos.
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