Marte lhe afagava as molas que tinha na cabeça, retirando delas a inconstância escondida no vai-e-vem. Desfazia a vontade selvagem (também dos fios) com os dedos, feito arco que, desejando as notas, doma as cordas do violoncelo. Enxergava-se música principalmente em seus retratos, refletidos aqui e ali, nos quatro sóis debaixo das pálpebras - e tudo sob a orquestração de Vênus. E quando um dia quebrou-se a cuca, foi fácil deixar escorrer o vermelho (marte) pelas madeixas, afinal, ela já estava ali.
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=O fica fazendo malabarismo pra catar estrela dá nisso aí. hahahaha
ResponderExcluirde Marte pra Vênus, vc e seus comunismos... rs
ResponderExcluirum beijo pancettiano.
ps: quando fui confirmar as letrinhas apareceu "ADRI BIN" (isso é código)
ResponderExcluirO problema era só o tempo que, de propósito, voava apressado.
ResponderExcluir;*
O problema é só o tempo que passa devagar demais.
ResponderExcluirSaudade.
;*
esse tempo anda sempre ao contrário! por vezes acho que é um caipora! rsrs
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