Gritou tão alto suas alcunhas (e corretas!) que se pode ouvir naquele olhar, absorvendo-a. Depois, partiu tão rápido que se ficaram apenas restos de miragem. Seu ouvido tentava prender o eco nas cócleas. Era seu amuleto e segredo. Tremia-lhe a cabeça, cheia de cheiros novos, inclusive do inusitado que surgiria dali. Era coisa gostosa. Mais tarde, veio a encontrá-lo perdido e retribuiu carinho em forma de escrito no ar: assoprou com caligrafia rebuscada, mas ele apenas disse, 'esse não é o meu nome'.
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eu ri, não sei porque mas eu ri.
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