Ela lidava com sua auto-sabotagem de amor, enfiando-lhe chupeta nos dentes. Saía nas ruas com um carrinho-de-bebê velho e esburacado e o soltava de cima da ribanceira. Acompanhava o som abafado de choro no bico e a lágrima que nunca caía pra fora do berço. Era um olho ardido que nunca se virava, nem pra ver o líquido da mentira, escorrendo-lhe pelos pés e mãos pra subir o resto de ladeira de onde estava.
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